Últimas Notícias

18
jun

Humanização é tema entre profissionais e alunos

Os Centros Integrados de Humanização dos hospitais Emílio Carlos e Padre Albino, em parceria com o Centro Universitário Padre Albino – UNIFIPA, promoveram nos dias 03, 17, 24, 31/05 e 5/06/2019 encontros com os alunos do primeiro ano do curso de Medicina para debater sobre as políticas de saúde pública nacional e estadual de humanização. Na oportunidade também foram divulgadas as metas para a segurança do paciente, de acordo com o preconizado pela Organização Mundial de Saúde, tendo como foco o atendimento de urgência e emergência.   Os encontros foram mediados por equipe multidisciplinar composta por enfermeiros, analistas, assistente social, psicóloga e médico. A iniciativa partiu de convite do Prof. Dr. Ricardo Alessandro Teixeira Gonsaga, com o objetivo de sensibilizar os estudantes e prepará-los para a prática profissional.   O tema central abordado foi a corresponsabilidade x integralidade do cuidado, sendo discutida principalmente a questão da comunicação e reorganização do processo de trabalho com ênfase nas decisões em equipe para a efetividade das boas práticas em saúde.   A coordenadora do Centro Integrado de Humanização do Hospital Padre Albino, Maristela P. P. Neves, destaca a importância do envolvimento do profissional médico no processo de humanização. “A premissa é que o indivíduo seja o maior interessado em sua saúde e, assim, o cuidado precisa ser centrado no ser humano e nas conexões que o mesmo faz, sendo o médico um dos interlocutores desse processo”, diz.   A Política Nacional de Humanização foi lançada pelo Ministério da Saúde em 2003. Já a Política Estadual de Humanização foi preconizada por São Paulo, a partir de 2012. “No Brasil, as políticas de humanização são relativamente novas e, por isso, muitos profissionais não tiveram em sua grade curricular o acesso ao conceito durante a formação. Nos Estados Unidos, por exemplo, o cuidado centrado no paciente é discutido desde 1978, mas independentemente dos períodos o tema é sempre um desafio”, complementa Maristela.   Assim como o Ministério da Saúde e a Secretaria Estadual de Saúde, a Fundação Padre Albino tem o objetivo de transformar o modo de se fazer assistência com humanização.
17
jun

Rematrícula para 2º semestre 2019 começa dia 15 de julho

        As rematrículas para os cursos de Biomedicina, Direito, Educação Física Bacharelado, Educação Física Licenciatura, Engenharia Agronômica, Farmácia e Pedagogia começam dia 15 e terminam no dia 26 de julho. O aluno deve procurar a secretaria de cada curso para a rematrícula. O atendimento no Campus Sede é das 08 às 21 horas e no Campus São Francisco das 14 às 18 horas e das 19 às 21 horas, de segunda a sexta-feira.             A rematrícula é obrigatória, inclusive para alunos com Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e bolsas de estudo. No ato, o aluno pagará a mensalidade de julho, referente ao 2º semestre de 2019 do curso.   Confira o edital completo no link http://www.unifipa.com.br/site/documentos/edital_rematricula_2sem_2019.pdf  
14
jun

Biomedicina realiza o III Desafio Cultural

             De 25 a 27 de junho, o curso de Biomedicina da UNIFIPA realiza o III Desafio Cultural, no Câmpus Sede. A inscrição para o evento é de R$ 10 e deverá ser feita até o dia 19 de junho, na secretaria do curso. O desafio promove a solidariedade, integração e aquisição de conhecimento, pois serão ministrados minicursos nas salas de aula e laboratórios.               Os inscritos serão divididos em equipes e ao final de cada minicurso irão responder um quiz que contará pontos. Além desse formato de pontuação haverá arrecadação de leite e de dinheiro (somarão pontos na disputa), posteriormente revertidos ao Hospital do Câncer de Catanduva (HCC) e aos hospitais Padre Albino e Emílio Carlos.               Segundo a coordenadora do curso de Biomedicina, Profa. Dra. Ana Paula Girol, os participantes poderão se inscrever em mais de um minicurso. “Este é um evento que estimula solidariedade, aprendizagem e trabalho em equipe”, disse a coordenadora.   Programação   Dia 25 Patologia macroscópica com a biomédica Kélita Flora, duas turmas (19h30/21h), carga horária de 2 horas, com 20 vagas/turma. Métodos de Diagnóstico Energético através da Acupuntura com o Prof. Me. Américo Riccardi V. Lourenço, duas turmas (19h30/21h), com carga horária de 2 horas e 30 vagas/turma. Estética com a Profa. Dra. Wanessa Medina, duas turmas (19h30/21h), com carga horária de 2 horas e 30 vagas/turma. Técnica de expressão gênica por meio da extração de RNA (tecnologia nCounter em NanoString), com a mestranda Isabella Gomes, uma turma (19h30), com carga horária de 2 horas e 50 vagas Técnica de cultura celular: preparo do cultivo, com a mestranda Isabella Gomes, uma turma (21h), com carga horária de 2 horas e 50 vagas.   Dia 26 Patologia macroscópica com a biomédica Kélita Flora, duas turmas (19h30/21h), carga horária de 2 horas, com 20 vagas/turma. Técnica de cultura celular: preparo do cultivo, com a mestranda Isabella Gomes, uma turma (19h30), carga horária de 2 horas e 50 vagas. Técnica de expressão gênica por meio da extração de RNA (tecnologia nCounter em NanoString), com a mestranda Isabella Gomes, uma turma (21h), carga horária de 2 horas e 50 vagas.   Dia 27 Apresentação cultural e palestra sobre a Saúde da Mulher, com a Profa. Carla Lopes, de Indaiatuba-SP, na sala de ginástica, dança e lutas do Complexo Esportivo, a partir das 19h30.  
12
jun

SAEME passa a ser agência acreditadora dos cursos de Medicina no Brasil

Curso de Medicina da UNIFIPA já foi acreditado pelo órgão              O SAEME – Sistema de Acreditação de Escolas Médicas recebeu reconhecimento internacional da World Federation for Medical Education (WFME) como agência acreditadora dos cursos de Medicina no Brasil durante a World Conference da entidade realizada na cidade de Seul, na Coreia do Sul, em abril deste ano.             Com o tema “Quality Assurance in Medical Education in the 21th Century”, as discussões na conferência foram sobre acreditação de cursos de medicina em cada país e reconhecimento internacional das agências acreditadoras. De acordo com informações da SAEME, “a tônica principal foi que acreditação será o aspecto mais importante da garantia da qualidade da formação médica na próxima década, sendo que a discussão maior ficou no equilíbrio necessário entre exigências internacionais e a prioridade de formar médicos para as necessidades de cada país. Essa discussão opõe, algumas vezes, representantes de países do primeiro mundo e países mais pobres”.             A WFME teve a participação de cerca de 1.000 pessoas de aproximadamente 60 países. O Brasil foi representado pelos professores Milton de Arruda Martins, Coordenador do SAEME, e Patrícia Tempski, Secretária Executiva do SAEME, Mauro Brito Ribeiro, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina-CFM, e Jeancarlo Cavalcante, Conselheiro Federal do CFM.             O próximo congresso da WFME, em 2022, terá como tema a aprovação das novas diretrizes para a formação médica da WFME/OMS, a serem elaboradas nos próximos anos. A WFME raramente faz conferências internacionais; a última foi em 2013.  Medicina da UNIFIPA está avaliada              Em 2015, o curso de Medicina da UNIFIPA inscreveu-se voluntariamente nesse processo e em 2016 foi realizada a autoavaliação, a apresentação das evidências e a visita de comissão avaliadora composta por quatro membros. No final do processo, o SAEME conferiu ao curso de Medicina da UNIFIPA o parecer “ACREDITADO”, que corresponde a um certificado de qualidade, com validade nacional e internacional.               De acordo com o parecer final do SAEME, “a visita permitiu entender melhor as relações do Curso de Medicina da UNIFIPA com a Fundação Mantenedora e com a cidade de Catanduva. Essa relação, que tem já muitas décadas, explica muito da inserção de um Curso de Medicina em Catanduva. Pode se dizer que o desenvolvimento da rede de cuidado e de formação em Catanduva provém principalmente do interesse de Padre Albino pela saúde, pelos hospitais e pela formação em medicina. Não existem na cidade outros cursos de Medicina, nem outros hospitais públicos fora da Fundação Padre Albino. Algo muito positivo que revelado ao longo da visita foi o interesse e a dedicação do corpo docente e de funcionários à instituição, além do esperado para uma instituição privada. Isso se traduz em vários aspectos relacionais como, por exemplo, “fazer bem as coisas”, que supera inclusive o que aparece na autoavaliação do curso. A equipe de avaliadores apreciou muito esse componente e agradece o interesse e o esforço em conduzir o processo prévio ao momento da visita, com profissionalismo e muito interesse em participar de forma transparente da avaliação”.               O parecer termina dizendo que a “preceptoria no internato médico pode ser considerada modelo pela relação privilegiada preceptor-aluno nos variados cenários de prática, podendo inclusive ser compartilhada com outras IES”. O parecer final foi assinado pelo médico e professor de medicina da USP Prof. Dr. Milton de Arruda Martins, Coordenador do SAEME.             O pró-reitor acadêmico e de graduação da UNIFIPA, Prof. Dr. Antonio Carlos de Araújo, sobre o reconhecimento do SAEME pela WFME, disse que “em primeiro lugar, o curso de Medicina foi avaliado pelo Sistema; em segundo, ao acreditar, o SAEME, como órgão de avaliação internacional, qualifica o curso, como consequência, para avaliar médicos que queiram se qualificar para atuarem nos Estados Unidos”. O pró-reitor informou que no Brasil trinta e cinco cursos de Medicina foram avaliados pelo SAEME, sendo doze no Estado de São Paulo e o curso de Medicina da UNIFIPA está entre eles. “Isto realmente é muito importante para todos nós da Fundação Padre Albino em geral e em especial para a UNIFIPA. Ou seja, ganhamos um selo de qualidade internacional”, finalizou.  Entenda             O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), reafirmando seus compromissos com o exercício profissional ético e a formação de médicos competentes e adequados às necessidades do país, uniram-se para o desenvolvimento e implementação do Sistema de Acreditação dos Cursos de Medicina no Brasil (SAEME).             Ancorado na ética, transparência, independência, qualidade e responsabilidade social, valores que norteiam a iniciativa, o SAEME nasceu da demanda de maior participação das escolas médicas, das entidades profissionais e da sociedade no desenvolvimento de visão crítica sobre a qualidade da formação médica no Brasil e da necessidade de apresentar à sociedade um processo de acreditação transparente e independente. O processo de avaliação é baseado em indicadores de qualidade dos cursos, organizados em cinco dimensões: Gestão Educacional, Programa Educacional, Corpo Docente, Corpo Discente e Ambiente Educacional.  Atuação nos EUA              A Comissão Educacional para Médicos Graduados no Exterior (ECFMG, na sigla em inglês) anunciou mudanças para médicos estrangeiros que pretendam atuar profissionalmente nos Estados Unidos a partir de 2023. O órgão, responsável por dar início ao processo de certificação, determinou que somente médicos de escolas acreditadas por agências reconhecidas pela Federação Mundial para Educação Médica poderão se candidatar.             O curso de Medicina da UNIFIPA, já acreditado, está entre as universidades certificadas para médicos que pretendem atuar como profissionais nos EUA a partir daquele ano. Alunos de apenas 32 escolas brasileiras estão aptos a realizar este processo. No Estado de São Paulo somente sete estão na lista dessa certificação, entre elas o curso de Medicina do Centro Universitário Padre Albino (UNIFIPA). As demais são a Faculdade de Medicina de Jundiaí, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, Faculdade de Medicina do ABC, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Universidade Federal de São Paulo e Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.  

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CENTRO UNIVERSITÁRIO PADRE ALBINO - UNIFIPA