Últimas Notícias

12
dez

Simulação realística melhora segurança e desempenho de alunos de Medicina

O curso de Medicina da UNIFIPA, através da disciplina de Ginecologia e Obstetrícia, iniciou este ano projeto de monitoria voluntária para manuseio correto do simulador de maternidade e nascimento neonatal (NOELLE S550) no Laboratório de Habilidades em Emergências Médicas (LAHEM). Dividido em duas etapas, capacitação de monitores e auxílio aos alunos do 3º e 4º anos, o projeto visa desenvolver habilidades em relação ao exame ginecológico, condução do trabalho de parto, suas complicações e recepção do recém-nascido.   “O aprendizado de habilidades e simulação realística mostra-se muito mais eficiente quanto à fixação dos conteúdos, além de permitir que os alunos aprendam a técnica adequada para obterem melhor segurança e desempenho durante as atividades práticas nos estágios”, afirmou a docente responsável, Profª Drª Denise Gonzales Stellutti de Faria, ressaltando a importância do projeto.   A Ginecologia e a Obstetrícia são consideradas áreas básicas do conhecimento em medicina, isto é, todos os médicos, mesmo os não especialistas, devem possuir conteúdo suficiente para prestar o cuidado à saúde da mulher de maneira qualificada. “A tecnocracia, institucionalização e medicalização do parto associam-se ao aumento de cesarianas, à prematuridade e à desumanização do nascimento. O conceito de atenção humanizada na assistência obstétrica é amplo e pode contemplar diversos significados e envolve um conjunto de conhecimentos, práticas e atitudes que visam à promoção do parto e do nascimento saudáveis e a prevenção da morbimortalidade materna e perinatal. Por isso, cada vez mais as escolas médicas têm focado em estratégias que propiciem aos seus estudantes conhecimento, bem como habilidades básicas para a prática” afirma a docente.   O LAHEM representa uma alternativa de apoio pedagógico, atuando como uma atividade antecipatória das práticas de treinamento de habilidades com o paciente, preparando o estudante para o exercício técnico e intelectual de sua futura profissão, pautado nos preceitos da bioética. “Deste modo, o uso do Laboratório de Habilidades e Simulação é uma das mais modernas formas de expressão da educação médica moderna. É onde ocorre a metodologia ensino-aprendizagem destinada à fixação do conhecimento teórico em relação às habilidades e competências exigidas para o exercício da profissão, tal qual previsto nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de medicina” explicou a docente do curso, Profª Drª Denise.  
07
dez

Hospital Padre Albino vence a última prova social da gincana

O Hospital Padre Albino (Equipe Branca) foi o vencedor da quarta prova mensal obrigatória da I Gincana Socioeducativa da Solidariedade, promovida pela Fundação Padre Albino entre seus funcionários em comemoração aos 100 anos da chegada de Padre Albino a Catanduva. A última prova social realizada pelas equipes entre os dias 01 a 29 de novembro arrecadou cerca de 6.180 produtos alimentícios não perecíveis e materiais de higiene e limpeza. O resultado final desta prova foi: Hospital Padre Albino – 2.346,5 itens – 13.262 pontos; AME Catanduva – 962 itens – 8.417 pontos; Hospital Emílio Carlos - 674 itens – 6.339 pontos; PAS – 864 itens - 4.721 pontos; UNIFIPA – 837 itens – 4.165 pontos; Recanto Monsenhor Albino - 417 itens – 2.539 pontos; Coordenadoria Geral – 88 itens – 292 pontos; Colégio Catanduva - 0 item e 0 ponto. O encerramento da gincana será no dia 15 de dezembro próximo, às 8h30, nas dependências do Complexo Esportivo Prof. Ivo Dall’Aglio da UNIFIPA, seguido de confraternização entre todos os funcionários da Fundação. Após essa prova, o ranking geral da gincana ficou assim: 1º - Hospital Padre Albino – 33.894,5 pontos 2º - Hospital Emílio Carlos – 20.469 pontos 3º - UNIFIPA – 17.628 pontos 4º - PAS – 16.704 pontos             5º - AME Catanduva – 10.447,6 pontos            6º - Recanto Monsenhor Albino – 7.048 pontos 7º - Coordenadoria Geral – 6.693 pontos 8º - Colégio Catanduva – 2.349 pontos  
06
dez

Prof. Valiatti preside o Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva

O Prof. Dr. Jorge Luís Valiatti, coordenador do curso de Medicina da UNIFIPA e médico responsável pelas UTIs dos hospitais Padre Albino e Emílio Carlos, participou, de 29 de novembro a 01 de dezembro, do XXIII Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva, organizado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira/AMIB. Juntamente com a Profª Flávia Machado, da UNIFESP, Dr. Valiatti foi presidente do Congresso e ainda participou das atividades científicas.              “Uma imensa honra e o reconhecimento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira ao professor  coordenador do curso de Medicina do Centro Universitário Padre Albino e das UTIs dos hospitais-escola da Fundação Padre Albino. A UTI do Hospital Padre Albino formou mais de 35 médicos intensivistas dispersos por todo o país”, disse ele. Segundo o Prof. Valiatti “é  muito gratificante observar a influência da medicina intensiva nos alunos e residentes que por aqui passam”.             Durante o congresso foi lançado o livro de Terapia Intensiva Oncológica pela Editora Rubio, que tem a participação do Prof. Jorge Valiatti e Prof. Sérgio Baldisseroto, da PUC de Porto Alegre, no capítulo “Ventilação mecânica invasiva em pacientes oncológicos”. O evento, realizado na Transamérica Expo Center, em São Paulo, reuniu mais de 3.400 participantes, sendo 29 convidados internacionais e 249 convidados nacionais.             O Prof. Valiatti organizou e participou também do workshop de Ventilação Mecânica no pré-congresso, realizado na sede da Medtronic em São Paulo, foi palestrante na XXV Jornada de Medicina Intensiva do Hospital Albert Einstein com a palestra “Como posicionar os pacientes na SDRA?” e no último dia 02, após o congresso, foi um dos avaliadores da estação prática de ventilação mecânica na prova de título de Especialista da AMIB.  
03
dez

Medicina inicia programa de mentoria

           O curso de Medicina da UNIFIPA iniciou seu Programa de Mentoria e realizou o primeiro treinamento com os mentores "júnior", alunos do 6º ano, no dia 28 de novembro. O projeto visa o entrosamento dos docentes mentores e dos alunos do último ano no compartilhamento de experiências para alunos do 1º, 2º e 3º anos daquele curso.             “O termo "mentoria" refere-se ao método utilizado para efetivar uma interação pedagógica, na qual uma pessoa mais experiente (mentor) orienta e estimula um iniciante (mentorando) em seu desenvolvimento pessoal e profissional”, explicou a coordenadora do programa, a psicóloga Adriana Pagan Tonon.      

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